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Canta comigo, Mario (mas eu prefiro essa com o Frejat).

"Eu queria ter uma bomba", Cazuza.







Solidão a dois, de dia, faz calor depois faz frio
Você diz "já foi" e eu concordo contigo
Você sai de perto, eu penso em suicídio, mas no fundo eu nem ligo.
Você sempre volta com as mesmas notícias
Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer
Pra poder me livrar do prático efeito
Das tuas frases feitas, das tuas noites perfeitas

Solidão a dois, de dia, faz calor depois faz frio
Você diz "já foi" e eu concordo contigo
Você sai de perto eu penso em homicídio, mas no fundo eu nem ligo
Você sempre volta com as mesmas notícias
Eu queria ter uma bomba, um flit paralisante qualquer
Pra poder te negar bem no último instante
Meu mundo que você não vê, meu sonho que você não crê.

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"Porque a cabeça da gente é uma só, e as coisas que há e que estão para haver são demais de muitas, muito maiores diferentes, e a gente tem de necessitar de aumentar a cabeça, para o total". Tem Lacan pra estudar, mas G. Rosa não tá deixando.
Estou viciada nestes contadores de visitas do blog. Se a pessoa entra aqui, por exemplo, de Miami usando o computador de determinada empresa, eles avisam. Se viajou para São Paulo e entra usando um iPad, eles detectam também. É bom saber quem está aqui sempre. Tem os que nunca me viram e passam a gostar de mim pelo que eu posto. Tem os que me odeiam sem nunca ter me visto e entram pra tentar me conhecer (sempre mulheres, porque mulher é expert em não ver e não gostar de outra mulher, que coisa). E tem a grande maioria, que já gosta de mim e vem dizer "oi" e fazer companhia. Eu adoro a tecnologia. E adoro que haja vida por trás dela. Obrigada, contadores de visita! I love you!