Pular para o conteúdo principal

Postagens

Mostrando postagens com o rótulo Mariana Clark
A Mari diz, e ela sabe muitas coisas: "E vão e vêm as viagens do mel à dor" Pablo Neruda Obrigada por estar sempre, Mari Clark. Nas idas e vindas.
Quando um amor acaba, não há muito o que dizer ou explicar. E as tentativas são inúteis. É triste discutir relações que não existem mais. Tão triste como um cão na chuva. O quanto se amou, as saudades, o que doeu e onde, quem é mais culpado..eu ou você? O seu nome na agenda do celular que não existe mais como também não existe mais um nós ou sua cara de sono pela manhã. O que sobrou, o que fica e insiste é a vida sempre pedindo uma nova chance, é todo o mundo que hoje existe porque você deixou de existir. Ou, melhor, continua existindo mas da sua maneira. A sua maneira longe de mim. Porque hoje já não falo mais de nós para os amigos que perguntam de você. Hoje, escolhi a vida e todo o resto do mundo. Porque hoje já não falo mais mesmo que você exista e sempre vai existir dentro de mim: um pedaço. Mas não um despedaçamento. Há um mundo porque hoje já não falo mais. Mari Clark . Sempre.
Nos últimos meses, quando parecia que eu não tinha mais lugar no mundo, eu chegava lá e ficava claro que meu lugar era aquele. Mariana Clark Durante muito tempo só falei de amor nesse blog. Deixei-o como às vezes fazemos com os amores. De alguma maneira, o que eu vivia não encontrava espaço por aqui e eu ficava feliz com os pedidos para retomá-lo mas de uma maneira que não sabia explicar, não sabia como. Não cabia. A escrita foi perdendo seu lugar para outras coisas, outros amores, que como ela, são também importantes. Até o dia em que acordei, fui ao banheiro escovar os dentes e vi dois bilhetinhos do meu irmão para minha mãe. Ele havia trabalhado até às 5 da manhã na noite anterior e precisava da mesma roupa limpa para daqui a algumas horas recomeçar tudo de novo. Vida dura de quem trabalha para os outros se divertirem. Sorri ao ver aqueles bilhetes, me deu uma sensação de pertencer a um lugar, à uma família e ao amor, finalmente. E tudo naquela letra feminina que ele tem (melhor que...
Do blog da Mari. Amei. Coisas que acontecem na minha casa: -Pedi para seu pai ir na Morini e comprar dois refrigerantes e uma couve flor bem branquinha. -Ah, e ai? -Aí ele apareceu 15 minutos depois com dois refrigerantes e duas couves bem verdinhas. Versão do meu pai: -Sua mãe é confusa.
Mariana Clark eu sou a menina mais feliz do mundo sério mesmo fizeram uma pesquisa uma pesquisa com todas as meninas do mundo não passou na sua cidade porque só foi nas cidades grandes e realmente importantes não briga comigo, não fui eu quem inventei a pesquisa e mediram a felicidade por um termometro um que coloca no ouvido e a medição é por cores eu fiquei quase empatada com uma menina do japão a yoko mas a namorada da yoko não tem os olhos azuis cintilantes como os seus pelo contrário é até um pouco vesga que me desculpem os vesgos mas a yoko gosta dela mesmo assim enfim eu sou a primeira a mais feliz e a yoko é a segunda
Da Mari Clark . e tem outra coisa também que quando você anda na rua vai caindo uma chuvinha de petalas invisiveis apesar de invisiveis elas são laranjinha sabe? da cor de laranja quando começa a amadurecer e então.. elas vão fazendo gracinha ao seu redor flutuando, te cobrindo toda forrando o chão para você pisar e..às vezes e isso é realmente impressionante às vezes toca uma musiquinha também ao fundo e até os passarinhos e isso é verdade mesmo não to inventando até os passarinhos vão tipo assim cantando, baixinho, junto e todo o mundo, todinho.. vai ficando um lugar mais colorido e bonitinho só porque você tá passando
Esse texto é da Mari Clark , mas agora é um pouco meu também, porque ela me deu dizendo assi m: Dri, quando lhe mostrei esse texto, você me pediu para postá-lo e eu não deixei. Hoje, eu dou ele de presente para você e para o Blog da Dri. É só porque fica muito mais bonito quando passa por você. Luisa Mariana Clark Luisa foi e Luisa voltou tantas vezes em minha cabeça desde aquele dia em que lhe pedi que nunca mais falasse comigo ou me mandasse qualquer coisa mesmo que fossem sinais de fumaça. Não quero perder o tempo de minha vida com você, Luisa, ou que ache que sou capaz de ser um pouco melhor, mais calmo ou mesmo que eu finja ser um adulto. Me irritou profundamente toda essa enrolação para não chegar a lugar nenhum e pode deixar que vou te mandar a conta dos meus três minutos perdidos que nunca terei de volta. Gostaria de falar sobre política, a situação anda catastrófica. Nem sinal de melhoria nas estradas, as federais e as que me levam até você. É difícil governar tamanha situação...
A Mari , de novo. Eu, às vezes, me esqueço do seu rosto e o coração vai do estômago até a boca quando penso nisso. E me apavoro, por vezes, ao pensar que não me lembro da sua voz e quero te ligar para a ouvir de novo me dizer do seu dia ou daquelas todas. E esse movimento de sair e voltar à minha vida me confunde como poucas coisas e quando penso que te quero é porque, na verdade, não quero mais. E isso são tantos anos e tantas coisas que me esqueço dos seus olhos de ressaca, à maneira Capitu, que sempre me encantaram e me fixaram em um só sentido. E enquanto você finge que nada aconteceu, que não houve tudo aquilo e tenta apagar o passado, eu vou, como o meu amor, do que sou para o que sou também*, e fujo enquanto me aproximo. E não quero despejar tudo aquilo de novo, não quero o que passou, quero um mundo novo. E se me custou tanto fazê lo e refazê lo e pretender que você não passou. Que não tiveram seus abraços e sua risada. E me custou muito tudo isso, mais do que você possa imagin...
De lá . Eu disse que você ia embora só para voltar de novo. Eu disse que um dia íamos conversar sobre como as mulheres são problemáticas e discutir porque acho as morenas mais interessantes que a loiras. E você não. E sem ciúmes, sem pontadinha no peito nem nada. Eu disse tanta coisa melhor do que "suma" ou "você é estúpida". Eu disse que sentia falta de voltar do sítio depois de um dia de sol, ouvindo Maria Rita. E, olha, você também. Eu disse que sentia falta de passear com nossos cachorros e você sentiu mais falta do meu cachorro do que de mim. Eu disse que peguei no telefone diversas vezes esses anos todos para te ligar e você falou o mesmo. Eu disse que você é sagrada para mim como poucas coisas o são. Eu disse que aprendi a viver sem você por pura obrigação mas não por escolha. Eu disse tanta mentira também. E eu disse coisas que hoje são verdade.
Mariana Clark e suas aventuras aeronáuticas, que sempre me arrancam as maiores gargalhadas (ela tem pavor de avião). Mari, Mari... - Boa tarde - entrego a carteira de identidade - gostaria de escolher um assento. - Sim senhora. Um minuto, senhora - o funcionário da GOL me diz. - Pois não - olhando para os lados. Será que só eu estou nervosa? - Bem, senhora, o único assento disponível é na fileira 9. Sem ser esse, só depois da fileira 22. Os assentos do número 10 ao 21 estão bloqueados. - Estão o que? - cara de espanto. - Bloqueados, senhora - com a cara blasé - para a estabilização da aeronave. (Não, não, não. Hein?) - Como assim para a estabilização da aeronave? - a minha criança de 7 anos pergunta. - É porque o vôo está vazio - cara blasé - e se todo mundo ficar na frente o avião empina. (Não, não, não. Hein?) - E..e..e..empina? - cara de pânico. - Sim, na hora do pouso. E causa acidente - sombrancelha levantada. - Moço do céu. Me vê aí a fileira 9. E não marca ninguem, ouviu bem, ni...
Ganhei da Mari Clark. Adorei porque é ela e porque é ótimo. No blog dela . Para Dri Bermuda larga Chacal muitos lutam por uma causa justa eu prefiro uma bermuda larga só quero o que não me encha o saco luto pelas pedras fora do sapato
Da Mariana Clark. Adorei, Mari. Porque quando te conheci e você já me dizia as coisas lindas que sempre disse, lhe falei que conhecesse uma menina mais perto de você e não se apaixonasse por uma que mora em Minas e você do mundo grande de São Paulo, falando com aquele sotaque tão bonitinho mesmo que um pouco brega. E você me disse, assim, que uma menina mais perto não seria eu. E eu acreditei e é o que eu digo para você toda vez que reclama da distância ou do fato de nos vermos pouco, pouco porque queríamos nos ver todos os dias. Mas as coisas não são assim. Sabe, porque me despedir de você no final desse feriado, aquele beijo na rodoviária, me doeu o coração ver aquele ônibus te levando para tão longe. E você ainda com o Picolé Garoto na mão, que você adora, aquele de chocolate amargo que não se acha em São Paulo. E o seu jeito todo esquentado com que se irrita porque o molho branco não dá certo enquanto eu, distraída, leio as poesias para você do meu poeta preferido enquanto você coz...
Da Mari, no blog dela . Assim, de graça. (Se a gente parar pra pensar, são poucas as coisas realmente importantes que outras pessoas podem tirar de nós). Lembro da primeira vez que vi a Dri. Minha admiração por ela só aumentou. Me acompanhou em momentos dificeis, presto atenção em cada palavra que ela fala porque sempre acho que contém mais sabedoria que a minha razão alcança. Esse post é só para dizer que sinto muito a falta dela mas sei e sinto que nossa amizade nunca mudou por qualquer distância que seja. Amo muito você, amiga. Saber que você me lê é um dos motivos desse blog.
A Mari é linda, doce, rara e amiga. Minha amiga. Orgulho gigante aqui. . Uma menina feita de José Mariana Clark (do livro "Menina feita de José", ed. Armazém de Idéias, 2007). Foi como o dia em que te conheci e que tudo era muito recente. Minhas mãos, meus olhos, meu nariz colorido de tinta. Você era aquele senhor por vezes doce, por vezes duro, assim como foram também as pessoas que amei depois de você. Foram seus olhos que primeiro me viram e também te vi, é certo que sim, mas não sabia ainda o que era você ou o que era o mundo. E assim, menina medrosa que fui sempre, cresci. Cresci vendo os anos passando muito mais rápido para você do que para mim. Vieram a bengala e os sapatos que não escorregam, enquanto eu queria correr descalça, eu queria alcançar o mundo. Você me mostrou as rosas, os jardins, me chamou de menina, me disse bonita, me disse levada. Não gostava de mim todas as horas. Aprendi com você, então, que paciência não tinha a ver com o amor. O amor era outra coi...