17.5.11

(...)
O quereres e o estares sempre a fim
Do que em ti é em mim tão desigual
Faz-me querer-te bem, querer-te mal
Bem a ti, mal ao quereres assim
Infinitivamente impessoal
E eu querendo querer-te sem ter fim
E, querendo-te, aprender o total
Do querer que há, e do que não há em mim.


(Ah, bruta flor do querer).

2 comentários:

Romina Ferreira disse...

adorei....

Joanna disse...

é muuuuuito genial, né? nossa!!