24.10.07

[...] o olhar é um furo, o Outro é cego por ser inconsistente e o olhar é uma faísca, um fulgor, um relâmpago que se acende num instante, como o fogo de artifício, o brilho de uma jóia eternizando o desejo, o belo desejo, o desejo escópico. [...]

QUINET, Antonio. "Um olhar a mais: ver e ser visto na psicanálise". Rio de Janeiro, Jorge Zahar, 2002.

3 comentários:

Camila disse...

Oi, Dri! Tudo bem?

Lindo o trecho do olhar. Coloquei um post bem belo sobre o mesmo assunto hj, dá uma olhada. Outra cousa, peguei aqui um poeminha do Vinícius sobre o amor, mas coloquei os créditos para o seu blog, viu?!

Bjs

Marina Rodriguez disse...

Bom...muito bom.

Bjo.

Gravata disse...

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